RAIO DE AMOR E LUZ
A distância não separa os corações. Observe o sol, que vence as enormes distâncias para entregar à Terra sua luz, energia e calor. Você, como estrela do firmamento que brilha na esfera humana, emita sua força e entusiasmo para todos os que o rodeiam, mesmo que estejam distantes. Sempre haverá um raio de luz que alcançará seu destino. Emitindo suas vibrações em todos os sentidos e distâncias, você receberá a luz refletida dos corações daqueles que comungam com seus sentimentos fraternos.

Do Melhor
Linkk
del.icio.us
Muito tri tchê! Bonita comparação entre os seres da Mãe natureza.
Aleraul | 21-10-2008 - 16:38:23 GMT 1 #
A Juventude que lê Luiz Domingos de Luna é saudável, honesta, digna, responsável, ética e acima de tudo intelectualizada, respeitando todas as diversidades de opiniões, sem coronelismo, sem o uso da força, mas na {força viva} do pulsar dos argumentos, sem o brilhantismo dos sábios, mas com a atenção e coerência dos eternos aprendizes.
O Autor.
Luiz Domingos de Luna | 09-11-2008 - 16:52:40 GMT 1 #
Pesquisas Científicas, Consultas, artigos, postagens, monografias, teses Acadêmicas, resenhas, comentários, novas postagens
Luiz Domingos de Luna buscar na web
Ref. Bibliográfica
Luiz Domingos de Luna é Professor da E.E.F.M Monsenhor Vicente Bezerra, Rua Cel José Leite s/n, Araçá - Aurora - Ceará. Cep: 63.360.000 Tel (88)35433903.
Fonte:http://cirinitaschwingel.nireblog.com/post/2006/08/19/raio-de-amor-e-luz
Nota do Autor:
Material disponívíel para estudo, tudo para o engrandecimento da epistemologia genética da Humanidade.
Na repostagem citar este referência bibliográfica.
Grato,
O Autor.
Luiz Domingos de Luna | 09-11-2008 - 16:54:14 GMT 1 #
Onda que chora
Luiz Domingos de Luna
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História dos papéis
O mouse a demarcar
Palavras que somem
Mas que vão voltar
A tela da história
Um trabalho a postar
Um instante eterno
Que não vai durar
Tudo a voar
Sempre escrevendo
De um tempo correndo
Não pode parar
Vida sumida
Na abstração
Vida já vivida
Em outra ilusão
No útero da terra
Vai transformar
Onda que passa
A outro repassa
Sempre a chorar
Luiz Domingos de Luna | 09-11-2008 - 16:55:12 GMT 1 #
Transformação
Luiz Domingo de Luna
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Reguei uma planta
No meu jardim
Era um Jasmim
Beleza que encanta
Entre espim
Uma lagarta
Como uma carta
Vinha a mim
Toda enrolada
Comia clorofila
Pele colorida
De fogo chamada
Numa manhã florida
A lagarta sumiu
A borboleta me viu
Nos caminhos da Vida
Contemplando o chão
A asa em giro agitava
A Paisagem deixava
Na linha da imensidão
Luiz Domingos de Luna | 09-11-2008 - 16:56:13 GMT 1 #
Interrupção
Luiz Domingos de Luna
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O Tempo quebra o espaço
No grito que foi sufocado
Corpo sem vida parado
Marca do tracejo Compasso
Deixei a marca no aço
Não completei a missão
Estou noutra dimensão
Não sei o que é que faço
A matéria não cabe em mim
A luz não curva o universo
Penso que atravesso
Um Horizonte sem fim
Estás próximo de mim
Mas como manter contato
Não sou um ser de fato
Sou uma onda vaga sem fim
Falta o ponto linha ou cruz
Ou uma voz para falar
Não posso sempre vagar
Numa atmosfera sem luz
Luiz Domingos de Luna | 09-11-2008 - 16:56:49 GMT 1 #
Tentação
Luiz Domingos de Luna
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Toc, Toc, a porta fechava.
Numa linda manhã
Na inocência louçã
Uma Gata me olhava
Uma gata manhosa
De pele macia
Cheia de alegria
Toda fogosa
Dormia e roncava
Ficava admirado
No braço cruzado
Na estrada levava
De uma grande leveza
Inofensiva parecia
Ao passo que transcorria
Um olhar de beleza
Um Automóvel buzinava
Na curva da estrada
A Gata assustada
O Meu lábio rasgava
A tentação do momento
De me sangrar
A boca a rasgar
Desejo cruento.
No lábio a fenda rochosa
A Linha bem cruzada
Cicatriz estampada
De uma gata perigosa.
Luiz Domingos de Luna | 09-11-2008 - 16:57:52 GMT 1 #
Travessia
Luiz Domingos de Luna
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A Parede da mente
Está quebrada
No conflito da estrada
É reviravolta somente
Á águia está lá
A asa ferida
Sem guarida
Sempre a voar
A água agitada
Tem que passar
Furacão no ar
Força anulada
Na superfície a pisar
O mergulho da morte
É o único suporte
Que espera chegar
Tremulante momento
Uma chuva de vento
A águia a carregar
Rasteja na onda
Como uma lona
O espaço ganhar
A asa dobrada
Tão fatigada
A praia chegar
Luiz Domingos de Luna | 09-11-2008 - 16:59:01 GMT 1 #
Passos
Luiz Domingos de Luna
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Passos que passo
Passos que vem
Passos do além
Não sei o que faço
É como um compasso
De um tempo passado
Já foi um chamado
Na imensidão do espaço
Ouvi um grito
Parecia um trovão
Na escuridão
Estava aflito
Pulei noutro astro
Deixei a pisada
Ta lá registrada
Como um mastro
Luz em ebulição
Fiquei assustado
Parece ter entrado
Noutra dimensão
Tudo tão diferente
Um carrossel giratório
Um som vibratório
No meu consciente
Sonho ou realidade
Não sei precisar
É um vôo a voar
Não tem gravidade
Uma mão me puxou
Numa frieza gelada
Não sei mais de nada
Num novo mundo estou
Luiz Domingos de Luna | 09-11-2008 - 16:59:50 GMT 1 #
Ser fã do professor Luiz Domingos de Luna é ter a certeza de que nunca irá tê-lo, nem tampouco perdê-lo, pois ele estará sempre dissolvido nas suas belíssimas poesias.
Fã clube especial.
fonte:http://daysykiss.nireblog.com/post/2008/01/23/i-love-celular-%E2%99%A5%E2%99%A5%E2%99%A5%E2%99%A5%E2%99%A5%E2%99%A5%E2%99%A5
Luiz Domingos de Luna | 25-11-2008 - 13:05:19 GMT 1 #
Aquecimento Global
Luiz Domingos de Luna
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Sapo Dourado Panamenho
Da floresta americana
Beleza pura que emana
Da natureza em desenho
Amarelo, delgado e pulador.
Afilado, gentil e hospitaleiro.
Cantando no lindo desfiladeiro
Nos bosques um hino de amor
Predador do equilíbrio natural
No habitat rico dos pampas
Deslisa no declive das rampas
Numa felicidade sem igual
Dos rios, lagos e florestas.
Vaidoso no passeio matinal
Não vê o aquecimento global
Devorar sua história sua festa
O Fungo espera para atacar
O Planeta deu sinal de alerta
O fungo voa como uma flecha
O Sapo não vai mais cantar
Amarelo é a cor da atenção
Do sapo panamenho dourado
Da existência já foi tirado
Mais um ser em extinção
Luiz Domingos de Luna | 25-11-2008 - 13:06:56 GMT 1 #
Na Rota de Marte
Luiz Domingos de Luna
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Ó Vastidão de areia
Gás carbônico inalado
Estou todo sufocado
O Véu do ocre azuleia
O Frio agoniza a matéria
Poeira de gelo a esfarelar
Verde ou azul a complicar
Abstrata, vapor da artéria.
Monte Olympus a contemplar
Cânions da futura geração
Crateras horríveis no chão
Fossas de um mundo a passar
Gipso argiloso e ligeiro
O Meu guia a alertar
Estratos de sulcos a cortar
Água passa fica o cheiro
Altura que perdi
Na órbita ao girar
Meu guia a contar
Coisas que nunca vi
Luiz Domingos de Luna | 07-12-2008 - 16:11:00 GMT 1 #
Gostaria de parabenizar os administradores deste site:http://cirinitaschwingel.nireblog.com/post/2006/08/19/raio-de-amor-e-luz, por disponibilizar este espaço para a postagem de minhas poesias.
Grato Luiz Domingos de Luna
Aurora, Ceará.
Luiz Domingos de Luna | 25-12-2008 - 21:15:26 GMT 1 #