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Mensageiros da Paz

13/06/2008 GMT 1

CRIATIVIDADE

sere @ 20:18

RIQUEZA

NUNCA PERCA DE VISTA A SUA VERDADEIRA RIQUEZA:
A SUA ESPIRITUALIDADE E CAPACIDADE DE PENSAR CRIATIVAMENTE.

É MELHOR TER UM MILHÃO DE REAIS EM CAPACIDADE DE PENSAR DO QUE UM MILHÃO DE REAIS NO BANCO.

UM MILHÃO DE REAIS PODE SER FACILMENTE PERDIDO, MAS SEU MILHÃO EM CRIATIVIDADE E ESPIRITUALIDADE ESTARÁ SEMPRE DISPONÍVEL QUANDO VOCÊ PRECISAR!

NO ENTANTO, TER UM MILHÃO EM CRIATIVIDADE E ESPIRITUALIDADE MAIS UM MILHÃO DE REAIS NO BANCO É O MÁXIMO!!!!!!!

Comentários

Comentários(15) »

  1. Aos Seres Humanos

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Quebrando correntes
    No tempo a passar
    Mistérios a desvendar
    A todo o momento

    Se tudo fosse diferente
    Teria o ser humano
    O pensar, um plano.
    Da existência presente

    Que show arriscado
    De um palco sem fim
    O infinito vem a mim
    Ou já foi programado

    Tanta existência
    Quem vai usufruir
    O tempo destruir
    Ou há consistência

    A Vida acompanha
    As etapas da curva
    Existe uma luva
    De potência tamanha

    Controlar o processo
    De toda imensidão
    É plenitude da razão
    Ou pensamento, ao inverso.

    É do ser humano obrigação
    Conhecer todo o infinito
    Ou existe um conflito
    Buscando interrogação?

    Já não é chegado
    A hora de saber
    Do universo o porquê ?
    Na existência - postado.

    Luiz Domingos de Luna | 29-06-2008 - 03:31:00 GMT 1 #

  2. A Fábrica de Universos
    Luiz Domingos de Luna

    Os bósons são inteligentes
    Escondidos em outra dimensão.
    Por que tanta precaução
    É um ato consciente?

    A ciência está na cola
    Graças à matéria escura
    Que dificulta a procura
    Confunde o eixo da mola

    Choque de matéria e luz
    Curvado no infinito
    São partículas de granito
    Ou mistério da órbita conduz?

    Esta imantação é problema
    Dependência de uma ditadura
    Da energia e da matéria escura
    Um cárcere privado com algema

    Iluminados - O que fará
    Com o bóson aprisionado
    Um mistério bem guardado
    Ou ao humano entregará?

    A Quem interessa?
    Uma fábrica de universo
    Os paralelos diversos
    Para que tanta pressa

    Um universo precisa
    De um planejamento
    Senão o novo engole a gente
    Seja humano ou não
    Tudo vai para o ralo do nada
    Cadê a inteligência em projeção
    A Consciência e a razão
    Virou tudo fragmento
    Não basta o pensamento
    No túnel do tempo
    Numa vida a bailar

    Luiz Domingos de Luna | 05-07-2008 - 20:35:51 GMT 1 #

  3. Nome: Luiz Domingos de Luna - 15/7/2008 - 11:58
    Sou grato a quem acessa este site:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198 e posta minhas poesias neste espaço, pois a verdadeira amizade espiritual é aquela que une a massa humana no bem estar da coletividade, pois, se recebemos um mundo injusto não é justo repassá-lo para as as futuras gerações. Os seres humanos são muito atrelados ao espaço físico corporal, não sabem estes, que sem este corpo mortal, seríamos eternos na magia espiritual que está no "toque" de construir a epistemologia genética da humanidade.-Sem contato, Conto com você, caro leitor, na difusão de meus trabalhos literários.

    Luiz Domingos de Luna | 15-07-2008 - 16:48:10 GMT 1 #

  4. Nocas postagens poéticas

    Luiz Domingos de Luna | 17-07-2008 - 00:05:50 GMT 1 #

  5. Palco Iluminado
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Em cada sonho uma fantasia
    Que percorre o pensar
    No momento a gritar
    Força que extasia

    Girando no encanto da vida
    Um gesto nobre propicia
    Na luz que irradia
    O instante eterno se fia

    O cenário todo florido
    Uma paisagem a contemplar
    Um universo a pensar
    No tempo um fluido

    Que teima em derramar
    Gotas de um sereno
    Um incenso ameno
    A existência contagiar

    Interação perfeita
    Arquitetura social
    Beleza natural
    Obra prima feita

    Cada ser é arquiteto
    Que a história aniquila
    É o sonho da vida
    Inacabado um projeto

    Um projeto inacabado
    Que falta ser decifrado
    Ou um palco iluminado
    Explicação buscando?

    Luiz Domingos de Luna | 18-07-2008 - 16:49:18 GMT 1 #

  6. Espaço sem luz!
    Luiz Domingos de Luna

    Uma idéia nasceu
    Percorreu o espaço
    Sinto o que faço
    Já não sou eu

    A obra que rola
    Na esfera social
    No arremate final
    Parece uma bola

    Cada chute uma pancada
    -O Público já analisou
    Pois, ele é sempre o senhor.
    Da obra que foi criada.

    Estrada corrente de dor
    Cada letra uma pisada
    Toda linha esmagada
    Na lógica do leitor

    O Conjunto é uma esfera
    De vértice quebrado
    Ou tem giro acelerado
    Ou o motor emperra

    Passar no crivo social
    Num filtro bem condensado
    Na página, tela, lixo ou lado.
    O Poema tem seu final.

    Luiz Domingos de Luna | 23-07-2008 - 23:08:48 GMT 1 #

  7. Alma Ferida
    Luiz Domingos de Luna

    Na Caminhada dos passos
    Resistência de um intelecto
    A Dor de um martírio incerto
    O barulho do tempo espaço

    No asfalto rastejando ofegante
    Fome, dor, tristeza e cansaço.
    Tem que nervo de aço
    Para subir a rampa derrapante

    De repente um chute nas entranhas
    O Corpo o saco de pancadas
    A vida a um tempo aniquilada
    Pelo ódio brutal do tirano

    A Matéria toda esfarelada
    As carnes doloridas na estrada
    Cada murro uma queda abalada
    A dor da morte avizinhada

    A Carne morredoura fraquejante
    O Espírito um eterno vigilante
    Observa o corpo frágil ondulante
    O Olho não reconhece mais o atacante

    A Inércia empurra o corpo cambaleante
    A derrota da matéria castigada
    O Troféu do agressor é levantado
    Derrotaste a carne morredoura
    Mas a alma a sonhar encantadora
    Nos umbrais do tempo a gritar
    -Tenho que juntar este bagaço
    Humano e uma nova vida começar?

    Luiz Domingos de Luna | 01-08-2008 - 00:20:02 GMT 1 #

  8. A Miragem
    Luiz Domingos de Luna

    É muito fácil observar
    A presilha dos seres humanos
    Sentidos, prazeres, desenganos.
    Uma paisagem a embelezar

    Tudo parece um sonho
    Emoções sentimentos
    Um corpo lançado ao vento
    Na busca de um mundo risonho

    Cada um num carrossel a girar
    O filme da vida pontuando
    O Futuro ao presente ocupando
    O Passado a história registrar

    A maquina humana em movimento
    Os líquidos internos em plena ação
    Uma desordem que vai parar-Pena
    Deixar a cadeira, para outro ocupar.
    É um show com tempo determinado
    É Viver plenamente a emoção?
    É A razão e emoção conjuntamente
    Ou o grande parque da Ilusão ?

    Luiz Domingos de Luna | 03-08-2008 - 03:45:11 GMT 1 #

  9. A Busca

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    A Alma humana a buscar
    A todo e qualquer momento
    É uma força ou um sentimento
    Que nunca pode parar

    É incrível o aprimoramento
    Que precisa aprimorar
    O pensamento a vagar
    Em um novo firmamento

    Seja qual for à maneira
    Tem que modificar
    Pois está no DNA
    É uma seqüência inteira

    Tudo a repensar
    Nada está concluído
    É como um fluido
    Em constante derramar

    Talvez o eixo da dúvida
    Esta procura, enfim.
    Nada tem um fim
    É o sentido da vida

    Parar um instante
    Isso nem pensar
    A busca sempre a buscar
    É uma corrente andante.
    Aonde vamos chegar?

    Luiz Domingos de Luna | 11-08-2008 - 23:01:51 GMT 1 #

  10. Aurora, uma janela para o céu

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Pedi permissão ao tempo
    Nas asas do pensamento
    Voando vai minha ilusão
    Pelos caminhos obscuros

    Da minha história esquecida
    Momentos de vida vivida
    Na mais linda sedução,
    Pois ainda em tenra idade

    Deixei minha cidade na construção do meu futuro,
    Sonhei, lutei, na selva humana,
    ganhei o meu troféu de herói,
    construi minha cabana tenho o meu transporte
    meu trabalho é o suporte da minha vitória suada,

    Neste pais eu andei, ralar como eu ralei, lutar como eu lutei dia e noite, noite e dia, busquei no íntimo de minha alma, a estabilidade sonhada
    Na poeira de uma estrada que ainda hoje percorro.
    Hoje vivo nas metrópoles, nos mais diversos lugares,

    Adquiri meu espaço com a força da determinação do aço,
    Já me vi em pedaços, mas hoje a minha força é a vitória do que faço.
    Consegui o que queria numa luta bem renhida,
    Luta que se renova no amanhecer a cada dia.

    Sou um aurorense firme, tenho a minha própria história
    Na janela da memória vivo a minha própria emoção
    Em ver minha querida cidade respirar o hálito oxigenado,
    Que ao mundo me trouxe a luz, na grandeza do momento,

    Em meu apartamento a lembrança me seduz,
    Do rio salgado, as cachoeiras, na beleza de nossa feira,
    Do caldo de cana ao aluar, da tapioca ao beiju
    Do melaço da rapadura ao canto do sabiá,

    Naquelas noites estreladas os fogos, reisado,
    O apito do trem, as missas bem demoradas,
    As renovações bem tiradas, as serenatas cantadas.
    De manhã a passarada num canto de louvação.

    Aquelas horas batidas no sino bem compassado, era sinal de finados,
    Ou o repique tocado de um anjinho que ao céu subiu,
    Todos para a ABA numa inocência fecunda
    Tinha quadrilha, arrasta pé, ao som de uma vitrola, era uma festa junina,

    Tinha bandeira, tinha roça, tinha quermesse, e quadrilha, broa de milho, quebra-queixo, pão de ló, tinha desfile.
    Nesta janela, eu vivo o tempo que não passou, pois ser aurorense é preservar a sua história.

    Guardar no canto da memória o seu lindo e singelo amor,
    Um amor a toda hora, que em todos nós aflora o cheiro forte e polido

    Fonte:http://www.folhadocariri.com.br/colunas/JoseEdson.htm

    Luiz Domingos de Luna | 12-08-2008 - 16:35:54 GMT 1 #

  11. A Construção do Eu

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    A cada dose um contentamento
    De uma vida a apreciar
    Numa escala a determinar
    O tipo de comportamento

    Uns a forma o juramento
    Outros a matéria a clamar
    E os da alma a cantar
    A voz do ego o pensamento

    São corpos dobrados ao vento
    Na dimensão do espaço
    O intelecto de aço
    A fazer questionamento

    Um mundo a semente
    Sem depender da paisagem
    É sempre uma passagem
    Do corpo, alma e mente.

    Qual vetor determinante
    Dos três fragmentos
    Uma vida de argumentos
    Na matéria, o mundo dominante.

    São vidas alinhamentos
    Em linhas determinadas
    Cada qual em sua estrada
    O Viver a cada momento

    Ou tem que somar tudo
    Provar a dose em separado
    De um mundo agrupado
    A cada gosto um fel dobrado
    Ou o brilho do mel achado
    De um novo ser em movimento.

    Luiz Domingos de Luna | 16-08-2008 - 03:30:43 GMT 1 #

  12. Paraíso

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Conversei com Eva
    Lá no paraíso
    Não tinha sorriso
    Parecia tristonha
    Não tinha vergonha
    Buscava liberdade
    Não tinha saudade
    Então lhe indaguei
    Qual a dor do seu grito?
    Viver em conflito
    Passar ou não?
    Para a próxima geração.

    Luiz Domingos de Luna | 08-09-2008 - 17:52:26 GMT 1 #

  13. Passos

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Passos que passo
    Passos que vem
    Passos do além
    Não sei o que faço

    É como um compasso
    De um tempo passado
    Já foi um chamado
    Na imensidão do espaço

    Ouvi um grito
    Parecia um trovão
    Na escuridão
    Estava aflito

    Pulei noutro astro
    Deixei a pisada
    Ta lá registrada
    Como um mastro

    Luz em ebulição
    Fiquei assustado
    Parece ter entrado
    Noutra dimensão

    Tudo tão diferente
    Um carrossel giratório
    Um som vibratório
    No meu consciente

    Sonho ou realidade
    Não sei precisar
    É um vôo a voar
    Não tem gravidade

    Uma mão me puxou
    Numa frieza gelada
    Não sei mais de nada
    Num novo mundo estou

    Luiz Domingos de Luna | 07-10-2008 - 04:11:05 GMT 1 #

  14. A Juventude que lê Luiz Domingos de Luna é saudável, honesta, digna, leal, fraterna e acima de tudo intelectualizada.

    Luiz Domingos de Luna | 17-10-2008 - 22:55:07 GMT 1 #

  15. Tentação

    Luiz Domingos de Luna
    Buscar na web

    Toc, Toc, a porta fechava.
    Numa linda manhã
    Na inocência louçã
    Uma Gata me olhava

    Uma gata manhosa
    De pele macia
    Cheia de alegria
    Toda fogosa

    Dormia e roncava
    Ficava admirado
    No braço cruzado
    Na estrada levava

    De uma grande leveza
    Inofensiva parecia
    Ao passo que transcorria
    Um olhar de beleza

    Um Automóvel buzinava
    Na curva da estrada
    A Gata assustada
    O Meu lábio rasgava

    A tentação do momento
    De me sangrar
    A boca a rasgar
    Desejo cruento.

    No lábio a fenda rochosa
    A Linha bem cruzada
    Cicatriz estampada
    De uma gata perigosa.

    Luiz Domingos de Luna | 17-10-2008 - 22:56:44 GMT 1 #

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